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4 Mitos e verdades sobre a Ressonância Magnética

ressonância magnética é um dos métodos mais precisos de diagnóstico por imagem. O equipamento permite que médicos analisem quase tudo o que está dentro do corpo humano. Mais especificamente, ele analisa qualquer órgão ou tecido que tenha água em sua composição, ajudando a identificar tumores,doenças degenerativas, ortopédicas,neurológicas e cardiovasculares com mais precisão.

Agora, uma curiosidade: você sabia que o primeiro escâner clinicamente viável de imagem por ressonância magnética foi desenvolvido por um membro da equipe de pesquisa da GE, o Dr.John Schenck, no início da década de 1980? De lá para cá, nós trabalhamos ainda mais no desenvolvimento de equipamentos para auxiliar médicos no cuidado com os pacientes.

Como muitas pessoas têm dúvidas em relação ao exame, desvendamos mitos e verdades sobre a ressonância magnética. Veja só!

 

1. MITO OU VERDADE? A exposição ao campo magnético é prejudicial à saúde

DEPENDE.No exame, o paciente permanece deitado em uma mesa rodeada por magneto, uma espécie de imã gigantesco, que submete o corpo a um campo magnético.

A partir de 7 Tesla - medida de indução eletromagnética – o corpo humano começa a apresentar mudanças de metabolismo, que podem provocar tonturas. Porém, os equipamentos de ressonância magnética vão, geralmente, de 1,5 Tesla a 3 Tesla – uma medida suportável pelo corpo humano, sem que ele sofra nenhuma alteração fisiológica.

“Foi comprovado que, com exposição acima de 7 Tesla, o paciente pode apresentar alterações no labirinto e reações como tontura, dor de cabeça e ânsia de vômito”, explica o Dr. Abdalla Skaf.

2. MITO OU VERDADE? Pessoas com claustrofobia não podem realizar o exame

MITO.Por conta da estrutura estreita da maior parte dos equipamentos de ressonância magnética, algumas pessoas podem sentir desconforto ao realizar o exame. Mas existem soluções para quem não consegue permanecer muito tempo em ambientes fechados.

“Se o paciente for claustrofóbico, é recomendável realizar o exame sob sedação ou, quando há a possibilidade, em equipamentos que são mais versáteis que os comuns, com diâmetro de abertura maior ou completamente abertos.

Para as pessoas que sofrem de ansiedade ou síndrome do pânico, o Dr. Skaf também recomenda que o exame seja feito nos aparelhos mais abertos, com a cabeça para fora do escâner.

 

3. MITO OU VERDADE?O contato entre objetos metálicos e o campo magnético é perigoso

DEPENDE.Por causa do campo magnético, é recomendável que o equipamento de ressonância esteja em um ambiente sem objetos metálicos à sua volta. Por isso, é proibido o uso de cintos, jóias, celulares etc. E vale lembrar: objetos metálicos de grande porte podem causar acidentes, porque são atraídos pelo campo magnético.

No entanto, alguns tipos de implantes ortopédicos não prejudicam o exame, segundo o Dr. Skaf. “Há algumas contra indicações específicas para marca passos e clips de aneurisma cerebral, por exemplo, mas, no contexto geral, implantes ortopédicos metálicos não representam riscos”, completa.

4. MITO OU VERDADE? Durante o exame, ouvimos um barulho muito alto

VERDADE. Dentro do magneto, há uma espécie de “antena” que emite ondas de rádio semelhantes às de FMs. Estas ondas produzem vibrações que são detectadas e enviadas a um computador. Os sinais recebidos são analisados e transformados em imagem.

Porém, o paciente dentro do equipamento de ressonância ouve o ruído provocado pelas ondas de rádio durante o exame. Em algumas ocasiões, o barulho pode ser muito alto e, por isso, recomenda-se o uso de tampões de ouvido.

 

Crédito: GE REPORTS

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